Arrumamos um comedor negro para realizar a fantasia de minha esposa que era dar o cu para um negro bem pauzudo. Eles ficaram na nossa suíte e eu fui para o quarto de hóspedes, quando foi de madrugada acordei com ele gemendo alto. Eu entrei no quarto e vi que que o filha da puta estava comendo o cu dela. Fiquei super tarado vendo-o socar aquele pau gigante e grosso no cu dela, ela gemia que nem uma puta, chorou no pau dele e gozou gostoso demais. O negrão comeu o cu dela a madrugada inteira e quando gozou ela já estava exausta. Ele acabou com o cuzinho dela e eu fiquei só olhando e no fim ela ainda gozou dentro da boca dela que tomou o leitinho dele e eu fui beijar a boca dela. Quando ela reclamou que ele acabou com u cu dela ele falou: ninguém mandou querer ser puta, e você é minha putinha, e puta a gente tem que comer com força e sem pena. Eu só ouvi e fiquei caladinho, porque eu sou corno manso mesmo e não opino em nada.
Bruno Medeiros

Pelo relato. Parabéns ao casal por ter realizado o desejo.
ResponderExcluirSua bela esposa não estaria interessada em um novo amigo?
Vamos conversar. E-mail: casadopgde@outlook.com
Adorei em ver o negão comendo o cú da tua putinha seu corno manso meu zap (85)98891 5631
ResponderExcluiroi
ResponderExcluirSou um comedor negro. Há décadas. Fui casado mas me separei há 17 anos. De lá prá cá, Poucos namoros e muitas trepadas. É preciso se cuidar. Ter um corpo pelo menos apresentável. Ter "lábia". Ser um cara que tenha bons argumentos. Um sujeito que é um bronco, seja branco, seja negro, desculpe-me, poucas chances. Casos raros de mulheres casadas de nível com estes sujeitos. Só as muito taradas. E irá depender do momento. E as pagas... Elas gostam de boa sacanagem nos ouvidos. Não que os broncos não as tenham mas até chegar 'aos finalmentes' o tesão de muitas delas vai embora... Broncos ! Falem pouco. Bebam pouco. Só uma dica. Já sabia do fetiche de muitas mulheres - e homens, seus namorados e maridos - com homens negros mas não levava isto a sério. Formado em contabilidade, ótimo contador, me perdoe a falta de humildade, contador de pequenos bancos e seus diretores, ganhei grana e estou bem hoje em dia. Dois anos após separado da ex, resolvi fazer uma viagem solo até o sul da Bahia. Praia de Cumuruxatiba. Me hospedei num resort lá. Uma semana para depois seguir viagem até Salvador e voltar para o Rio de Janeiro. Cheguei vindo de Vitória. Viagem tranquila, 3 horas de carro mais ou menos. Cheguei para o almoço. Deixei as malas no quarto e nem troquei de roupa, fui direto pro salão onde eram servidas as refeições. Sim, como dizia Raul Seixas:" Tanta coisa no cardápio que não sei o que comer...". Uma coisa que parecia um simples detalhe mas que seria crucial logo depois. Um casal de senhores estavam hospedados ao lado do meu quarto. Os dois bem vestidos, nada que chamasse atenção, principalmente dela. Disse um 'boa tarde', eles sorriram e retribuíram. Uma olhada rápida, bem 'en passant', era uma mulher com pernas poderosa numa calça branca. E de saltos do sapato de média altura. Corpo parecia ser violão. Um pequeno movimento fechando a porta deu para ver, mesmo com uma camisa larga escondendo a bunda, ser 'potranca'. Porém logo me esqueci e fui almoçar.
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ResponderExcluirAlgo assim mais uma camisa por cima. Estava em uma mesa muito boa. Um casal com crianças acabar de deixa-la e me sentei feliz da vida com bela vista que a mesa me proporcionava. Tudo lotado. Um momento de sorte. Logo, minutos depois, me chega o casal meu vizinho de porta. Com os pratos nas mãos. Olharam para mim. Mesa com 4 lugares e eu sozinho. " Os senhores gostariam de se sentar aqui ? Restam três lugares. Estou sozinho", disse. A mulher abriu um enorme sorriso e foi se sentando. Ele a seguiu. Pedi para o garçom um cerveja. Ele idem, ela uma coca zero. Nos apresentamos. Eu, Bira. Ele, Juliano. Ela, Matilde. Matilde... Me veio aquela atriz de filmes implícitos dos anos 1980. Sentada, de perfil para mim, dava para ver ser uma mulher, um pouco menos ou pouco mais, dos seus 50 anos. Comia bem empinada. Tipo 'lady'. Sem barriga, coxas grossas e bundão. Seios fartos. Linda. Olhos verdes. Juliano foi logo sendo o 'homenzinho de negócios'. ''O que faz da vida, Bira ?''," Seu contador chefe do banco tal...","Uau, ações?","Sim, claro... e você, Juliano","... sou construtor no Paraná, oeste do Paraná... Tem alguma ação em mente que eu possa comprar ?","Pelo menos duas. Porém, você precisaria entrar em contato comigo e saber o quanto gostaria de investir. Falaria com o departamento técnico do banco. Fica no Rio de Janeiro com escritório e Sampa...","... quem sabe você me dá uma empresa boa para investir até nós irmos embora deste belo resort...","... claro. Posso ligar para a corretora quando quiser. Porém é necessário fazer uma reserva no banco...","... sim, claro. Já estou acostumado com essas exigências. Ficamos até a semana que vem. Chegamos ontem"," Fico até domingo. Vou depois para Salvador...". O papo depois correu para outros cantos.
A noite, encontrei de novo com o casal mas eles ficaram com outros casais e eu também fui procurar outras pessoas para conhecer. Uma morena linda parecia estar dando em cima de mim. Fui chegando perto, conversou comigo, parecia tudo certo até o namorado aparecer. Estava com um família. Era namorada do rapaz que estava com os pais e a irmã. 24 aninhos, noiva. Morena falsa magra. Que bumbum ! Na época, estava com 43 anos. Em frente ao espelho, comer aquela morena, no rabo, seria um presente dos deuses.
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Cheguei no quarto triste. O pau, duro feito aço e nada... Resisti bater punheta. Noutro dia, estava saindo para passear e Juliano apareceu. Disse que iria até o Monte Pascoal. Ele perguntou se eles poderiam ir. "Por quê, não ? Venham comigo. Almoçamos em algum lugar", respondi. Matilde demorou um pouco. Chegou de canga e um chapéu enorme. Notadamente, vestida para matar. Dava para ver a imensa bunda, seu biquíni enfiando no rabo. Saltos altos. Uma meia blusa colada aos seios. Barriga à mostra. Barriga que passou por uma cirurgia, chapada. Me fez esquecer a morena novinha. Logo após sairmos do Monte Pascoal, que vimos de longe, fomos almoçar numa praia. Logo depois, praia. 4 horas da tarde. Matilde estava bem animada. Bebeu muita cerveja. Esta alegre, exuberante. Juliano não só a animava como incentivava tudo. Ela rebolava, sambava com o som de um barzinho ao lado. Lambada. Depois, cansada, deitou-se de bruços. Que rabo !
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Meu pau começou a se avolumar dentro da sunga. Juliano notou. Fiquei sem graça. "Bira, tudo bem. Ela tem uma bunda maravilhosa mesmo", "Amor, que isso ? ", perguntou a Matilde, numa timidez sem vergonha... " O Bira gosta. Sejamos sinceros. Um homem forte, grande. Preferência nacional bem em frente dele ! Ainda mais, a dona desta bunda, mulher experiente. Ninguém próximo. Estamos em casa...","... rapaz, vou te dizer uma coisa. A Matilde é muito bonita. Se você vacilar, alguém pega esta loba..."," kkkkk ! Eu não me importo. Com 57 anos, minha esposa, boazuda que só ela, se exibindo...", ele parou de falar, Matilde se levantou. Foi até o mar e lá se deitou. O mar estava uma lagoa. Seguimos ela. Ela se deitou.
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Ficou levantando a bunda, para cima e para baixo. Meu pau ficou duríssimo. Saiu da sunga. Sou bem dotado. 22 centímetros e bem grosso. Juliano viu. "Amor, o Bira tem um pau enorme ! Não é você que sonha em ter um negro te enrabando ? A chance é esta..."," Aqui, não. Somos vizinhos de quarto. Preciso me preparar, benzinho. Aqui, só posso fazer uma coisa, segurá-lo". E ela se virou e segurou o meu pau. Assustada porém sorridente, disse: 'É enorme ! Não sei se conseguirei dar a bunda para um pau tão grande ! Grosso, cheio de veias, cabeçudo...Fica de pé, Bira. Mor, faz cortininha..." Matilde abocanhou com vontade a cabeçorra do meu caralho ! Teve certa dificuldade por ter uma boquinha carnuda pequena. Fiquei olhando a linha do horizonte, o Juliano me abraçando olhando a mulher, de quatro, no raso da praia, lamber e mamar meu pau. Estávamos bêbados. Não gozei. " Vai ser bom receber este leite todo no meu cuzinho...", disse Matilde. Uma puta.
Após o jantar, fomos para um show de uma banda muito boa contratada para animar os hóspedes do Resort.
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Após a festa, já bem animados com a quantidade de bebidas alcoólicas que bebemos, fomos para o quarto deles. Matilde, muito amiga, se ajoelhou e mamou o meu pau e o pau do marido, menor mas de bom tamanho. Quem diria. Putaria é putaria. Mulheres com maridos como o pau do Juliano estariam bem felizes. Diz ele, 17 centímetros mas um pouco fino. A comparação da fineza com a grossura, soube com uma esposa puta que peguei sem o marido, um colega de trabalho saber. Dando a bunda, perguntei se ela gostava do grosso no rabo e ela respondeu que o fino do marido machucava. Depois das trepadas, ela disse que o fino é como agulha. O grosso toma conta de todo o reto. Dói mas se acomoda melhor. Se é verdade ou não, muitas que comi sempre gostavam do grosso no rabo. O que eles queriam, os dois, uma vontade enorme, era de sentir no rabo. Juliano, todo excitado, queria ver a penetração mas Matilde hesitou. Meu pau era grande demais, dizia ela. Mas queria. Como resolvemos. O primeiro a penetra-la foi o próprio marido. Já estava acostumada com ele. Ele topou apesar que vi nos olhos dele uma perversidade forte. Pegou a esposa e com ky foi metendo. Ela ficou me mamando. Juliano ficou uns bons 5 minutos no rabo dela e saiu para ir ao banheiro se lavar.
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Ela foi se ajeitando e eu brincando com meu pau duro na bunda dela. Palmadas de pau levava. Juliano voltou. Ficou punhetando o pau enquanto eu já encaminhava o meu mastro para o endereço certo. Sem a necessidade de abrir o rabo. Duro feito aço, ele encontraria o caminho entre as bandas da bela bunda de Matilde.
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Isso aí. Comemos ela de várias maneiras. Até dupla penetração ela topou. Uma casal maravilhoso. Nos encontramos mais duas vezes depois esperei que eles telefonassem mas acho que perderam o tesão ou encontraram outros parceiros. Casais sem vergonha são assim mesmo. Outros vieram. E virão. Tudo bem.