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Mostrando postagens com marcador Chifreira. Mostrar todas as postagens
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30 janeiro 2026

O GRUPO DAS CHIFREIRAS ARROGANTES

Esse grupo é formado por dois tipos bem distintos de chifreiras. Uma é controladora e possessiva ao extremo e a outra é devassa e flerta com o perigo o tempo todo. Ambas abusam da paciência dos seus maridos e os predem em uma espécie de cabresto invisível; a mandona através do medo e a suicida pelo tesão e a adrenalina. Nenhuma das duas são liberais.

Franco Donasc

A CHIFREIRA ALCOVITEIRA

A alcoviteira é uma mistura de chifreira e corna, porque ela precisa arranjar mulheres para o seu marido ou facilitar para que ele esteja com alguém enquanto ela o corneia! Uma hora ela faz as vezes de chifreira vingativa e em outra é uma conformada se assemelhando a uma swinger. O que a faz ser assim? Ela tem espírito de mulher liberal, mas é casada com um homem infiel, machista e egoísta; por isso ela tem que fazer uso dessa barganha para poder dar de volta a ele todos os chifres que toma. Se o marido de uma alcoviteira viaja ou trabalha fora, ela se sente no céu e não se preocupa com aquilo que ele faz enquanto está longe dela, mas se ele não sai de perto, ela só pode contar com as saídas dele com os amigos, ou então empurrar mulheres para cima dele, para que ele se ocupe ou sinta-se culpado e a deixe livre e assim ela possa traí-lo também. O jeitinho carinhoso e submisso que ela passa é uma farsa bem bolada, e ele cai direitinho. Com essas artimanhas ela consegue escapar, fazer sexo com outros homens e ainda mantê-lo sob controle. Se o homem está se sentindo bem tratado e obedecido a tendência é diminuir as cobranças e o ciúme, e ao relaxar deixa a mulher mais livre para pular a cerca à vontade. Se encontrar um homem de mente aberta a alcoviteira deixa de ser uma traidora e vira uma liberal clássica ou uma swinger, mas ao conviver com um machista ciumento, ela precisa facilitar as coisas para que ele possa pegar alguma amiga, vizinha ou parenta sua que saiba dos seus esquemas e esteja disposta a lhe ajudar, para que assim ela possa viver as suas fantasias sexuais. Ser chifreira e corna é a distração adequada para ficar livre, trair e não ser descoberta. 99% das alcoviteiras são bissexuais e às vezes oferecem as mulheres com quem saem, aos seus maridos, nas próprias camas para conseguirem a liberdade tão desejada.

Franco Donasc

23 janeiro 2026

A CHIFREIRA INFIEL CLÁSSICA

Essa é a que literalmente trai o seu marido. E não precisa de apoio, incentivo ou motivo para traí-lo. Ela apenas sente o desejo de pular a cerca... vai e faz. A infiel clássica trai porque lhe dá prazer, porque não é mulher de um homem só, porque gosta de um cardápio variado ou simplesmente ama se sentir uma puta por alguns momentos (no sentido mais amplo da palavra) ou porque já não ama mais o marido que geralmente é um machista, bruto e ciumento. Só que tem uma coisa muito importante, ela faz isso em total sigilo e é tão dissimulada que às vezes o marido corno nunca descobre suas armações. Para encobrir a traição e criar boas oportunidades de estar com o seu amante ela é capaz até de dar dinheiro a ele, de deixá-lo sair sozinho, de patrocinar o futebol dele com os amigos ou lhe oferecer pequenas viagens onde ele fique vários dias fora. Outro dos seus prazeres é fazer com que ele e o seu amante virem bons amigos, trazendo o macho para frequentar a sua casa. Por que ela faz isso? Porque tripudiar sobre o corno lhe causa mais prazer que fazer sexo. O que a excita é a sensação de trair e zombar do corno ao mesmo tempo. Outra particularidade da infiel clássica é que se o corno por um acaso vier a descobrir a sua traição; ela perde o tesão no amante em questão e vai buscar outro para continuar a série de enganações, porque o que a incita a fazer isso é a adrenalina de poder trair em total anonimato, e ter a certeza de que está enganando o seu marido de forma tão bem-feita que ele não vai descobrir nunca. É na infiel clássica que a frase: tudo o que é proibido é mais gostoso, tem a sua total legitimidade e se o marido dela descobrir que está sendo corno e resolver aceitar e se render ao papel de manso, ela prefere se separar dele a viver tal situação. É um paradoxo o sistema de julgamento da infiel clássica, porque ela quer trair, quer degradá-lo, quer poder falar para o amante que ele não a satisfaz, que não é um bom marido, que não é homem na cama, mas se ao descobrir que é corno, gostar do que sentiu e quiser viver isso, vai cair vertiginosamente no conceito dela, podendo ela chegar ao ponto de pedir a separação e ainda acusá-lo publicamente de maus tratos, de traição ou de ser broxa. O que podemos concluir é que a infiel clássica é viciada na adrenalina que a traição lhe causa e que ama exibir a sua infidelidade como um troféu para aqueles que dividem esse segredo com ela. Mesmo sendo viciada em chifrar o marido essa chifreira passa longe de ser uma mulher liberal e se puder tirar alguma vantagem disso; como ser promovida no trabalho, ganhar algum dinheiro, presentes caros e aumento de salário enquanto o chifra ela não deixa passar. Essa é a chifreira que mais deixa o marido para ir morar com o amante visando o lado financeiro e status social.

Franco Donasc

22 janeiro 2026

A CHIFREIRA VINGATIVA

Esse é o tipo de chifreira mais discreta que existe. E não é uma mulher liberal! Vamos falar de mulheres que se casaram apaixonadas, sonhando com príncipes encantados, montados em cavalos brancos, mas estas coitadas na noite de núpcias dormem com esses tais príncipes e acordam somente com os cavalos e que não são tão brancos assim. A chifreira vingativa tem como principal motivação de sua traição a falta de carinho e respeito no lar, que começa com ameaças e agressões verbais e acabam virando violências físicas. Durante um tempo essa mulher fica praticamente morta para o sexo, primeiro porque tem que vencer o amor que ainda sente pelo marido, depois entra em uma espécie de abstinência sexual psicológica onde tudo o que importa para ela é cuidar dos filhos, da casa e servir o seu marido e feitor. Nesse espaço de tempo ela vai aprendendo a deixar de amá-lo, mesmo assim não se sente confortável quando é elogiada ou alguém tenta uma aproximação, pois em seu íntimo ela está morta sexualmente. Durante alguns anos ela vai viver assim, mas a carência e as indignações que chegarão juntos com as traições dele a farão despertar para uma nova etapa em sua vida. Essa fase chega com a primeira separação do casal que vai mostrar a ela a necessidade de fazer sexo e a vontade de vingar-se. Antes de reatar o casamento ela vai transar com alguém e vai gostar de ter novamente o prazer sexual e de se sentir viva. Ainda que volte para ele, ela vai traí-lo porque agora fazer sexo é uma necessidade. Ela vai se sentir culpada, mas não vai deixar de sentir o desejo de traí-lo. Algumas não conseguem vencer a culpa e voltam a ser a velha mulher seca e amarga, mas outras voltam a trair frequentemente, só que de forma bem sigilosa e segura e muitas fazem questão de manter-se casada apenas para poder olhar nos olhos do agora corno, cada vez que ele a agredir e pensar: você me trai, me maltrata, mas eu te faço corno! A vingança de muitas constitui-se nisso apenas, mas tem outras que vão além e confessam suas traições às suas melhores amigas que passam por problemas semelhantes e torna-se uma espécie de vingança coletiva para elas ao sorrirem intimamente da cara dos cornos umas das outras quando os encontram e os cumprimentam. O número de mulheres que fazem isso de forma dissimulada, sigilosa e segura não é pequeno e alguns dos homens que vão ler esse texto talvez passe por isso e nem imaginem quantos chifres já levaram por conta de suas posturas, machistas, mandonas e controladoras. A vingativa usa de recursos totalmente fora de qualquer suspeita para poder encher a cabeça do seu marido de chifres; tais como ir muito à igreja, trabalhar fora, fazer visitas às amigas, viagens à casa de parentes e outros.
*Manter amizades pontuais, vestir-se de forma discreta e fingir-se submissa ao marido são as armas fundamentais para essa chifreira, que vira traidora empurrada por ele.

Franco Donasc

O GRUPO DAS FINGIDAS

Este grupo é formado por mulheres que são capazes de carregar pela vida toda uma paixão por outro homem, sem que o seu marido jamais desconfie, se fazer de submissa para poder trair, oferecer mulheres ao próprio marido para ter a chance de chifrá-lo e de fazer o corno virar o maior e melhor amigo do seu amante. São mulheres que parecem indefesas, que se mostram fracas, mas por trás apunhalam, traem e debocham de seus cornos sem sentir a menor culpa ou remorso; com exceção de um tipo: a chifreira frustrada.

Franco Donasc

18 janeiro 2026

A CATEGORIA DAS MAQUIAVÉLICAS

Aqui encontram-se as mulheres que traem e oprimem os seus maridos corriqueiramente. São traidoras contumazes, que mentem, enganam, fazem joguinhos e armam táticas engenhosas para terem uma vida sexual fora do casamento. Grande parte dessas mulheres não amam mais os seus maridos, mas por conveniência, dependência financeira, sadismo ou vingança continuam a viver embaixo do mesmo teto para trair, maltratar e humilhar aquele, que inocente faz tudo para agradá-la. Lógico que têm aqueles maridos que procuram esse tipo de reação de suas esposas, tratando-a com indiferença, traindo, ferindo e desmerecendo-a.

Franco Donasc

16 janeiro 2026

A CLASSE DAS TRAIDORAS

É formada por mulheres não liberais que literalmente traem os seus maridos com uma ou mais pessoas. Muitas dessas mulheres traem por vingança, curiosidades, carência sexual ou afetiva. O número de traidoras é incalculável, já que as traições que são descobertas não devem chegar nem a 30% das que são cometidas em total sigilo.
*Existem aquelas que mesmo sendo liberadas pelos seus maridos, dizem não à fantasia sexual dele e ficam saindo às escondidas porque isso lhe causa mais tesão e prazer.

Franco Donasc

14 janeiro 2026

COMO SE DIVIDEM AS CHIFREIRAS?

Elas se dividem em duas classes que são:
1)As Traidoras
2)As Liberais
A classe das traidoras forma apenas uma categoria:
*As Maquiavélicas.
Essa categoria se divide em dois grupos que são:
*O grupo das Fingidas, que tem os tipos: Vingativa Infiel Clássica, Frustrada e a Alcoviteira.
*O grupo das Arrogantes que é formado apenas pelos tipos: Mandona e Suicida.
A classe das liberais tem duas categorias que são: As Swinger’s e as Dominantes.
A categoria das Swinger’s não se divide!
A categoria das Dominantes se divide em dois grupos que são: O grupo das Implacáveis, onde tem os tipos: Egoísta, Opressora e Inconsequente.
E o grupo das Aliadas que é formado pelos tipos: Liberal Clássica, Exibicionista e For Money.

Franco Donasc

10 janeiro 2026

CHIFREIRA OU HOTWIFE?

A chifreira aqui no Brasil é o mesmo que hotwife em outros lugares, mas ao mesmo tempo esse termo vai além disso porque existem chifreiras que não são hotwifes. A expressão hotwife já dá a entender que a mulher é liberada pelo marido. Esse termo é americano e traduzido para o português quer dizer literalmente: esposa gostosa. Muita chifreiras transam com outros homens para suprir a performance sexual fraca do marido, ou porque querem um pênis maior, (estas traem realmente os seus maridos) mas nem todas são assim. Existem muitas mulheres que são liberadas para sair com outros homens tanto para a sua satisfação sexual, quanto para dar prazer ao seu marido que se assume um corno. Por isso nós temos mulheres que são liberadas pelos seus maridos; estas são as hotwifes e temos as que não são liberadas, que traem os seus maridos, estas são as traidoras.

Franco Donasc

08 janeiro 2026

AS CHIFREIRAS

Chifreira é a mulher que trai o seu parceiro fazendo sexo com outra pessoa às escondidas, ou que comete o adultério com o apoio e incentivo do seu marido. Isso quer dizer que as chifreiras se dividem em duas classes: As Traidoras e As Liberadas. Entre as infiéis há aquelas, que traem porque os seus parceiros, não as satisfazem sexualmente e as que fazem isso por vingança ou interesse, buscando obter vantagem financeira ou ajuda. As mulheres que são liberadas não traem, pois quando transam com outros homens têm a total anuência dos seus maridos que sabem e seguem as suas escapadelas sexuais fora do casamento.

Franco Donasc

07 janeiro 2026

TIVE QUE ACEITAR QUE ERA CORNO

Um dia vi no celular da minha esposa um vídeo dela metendo com um colega dela no motel, o cara a filmou de quatro com o celular dela ele ainda enfiava o dedo no cu dela. Fiquei tão puto quando descobri isso que me separei dela, depois perdoei e voltamos. Passado um ano mais ou menos aconteceu a mesma coisa. Eu estava perto quando vi a mensagem que o cara mandou pra ela dizendo que estava com saudades dela queria foder com o cu dela novamente! Fiquei desesperado perguntei pra ela quem era o rapaz ela ficou calada e sem graça. Questionei ela perguntando quem era o cara até que ela disse que era o chefe dela e que ele se chamava Thiago. Há um tempo eu descobri outra traição, e agora resolvi deixar ela sair com quem quiser. Agora ela tá dando novamente para aquele amigo dela do primeiro chifre. O que eu descobri é que se a mulher é uma vez puta será sempre puta.

Roberto Manso

04 janeiro 2026

CORNO DE BH EXIBE A ESPOSA

                                       

O sonho dele é vê-la sentando no pau de outro macho...


Ela fode com outros e ele finge que não sabe...


Ela adora o pau de um negro


Ela o faz corno e finge que não gosta de ser putinha!
 

31 dezembro 2025

OS CINCO NÍVEIS DE SUBMISSÃO DE UM CUCKOLD

Submissão é a predisposição de acatar ordens de uma pessoa superior; aceitar uma situação de sujeição de forma dócil. É obedecer ou se colocar na condição de subalterno sem ter permissão para tomar as próprias decisões ou de se expressar do jeito que quiser. Uma pessoa que vive em condição de submissão é dita uma submissa e é qualificada pela demasia de subserviência e servilismo.
Existem níveis de submissão que um corno atinge?
Sim, existem!
Este capítulo trata desses níveis de submissão que os cornos precisam atingir para chegar a ser um cuckold.

Franco Donasc

25 dezembro 2025

ESTÁGIO 4

No estágio quatro o Cornélio já era oficialmente corno, a Dadá já tinha dado várias vezes para o Carlos, mas ele não estava satisfeito, queria muito mais e quando achou que ia ter todos os chifres que sonhou, bateu a insegurança na Dadá gerada pela culpa e o medo. Ela tinha receio de algum vizinho, algum parente ou os amigos deles ficarem sabendo do que tinham feito. Cornélio se perguntava por que isso a deixou assustada a ponto de ela dizer que não queria mais, mas começou a entender quando um dia a Dadá lhe falou que depois de fazer sexo com o Carlos se sentiu usada e vulgar. Naquele momento ele achou que sonho de ser corno tinha acabado. Mas Cornélio foi paciente, carinhoso e muito cuidadoso nas palavras, porque viu que ela estava fragilizada, sentia, medo, insegurança, culpa e tristeza! Só restava esperar pois havia a esperança de que em algum momento essa incerteza passasse e o tesão ressurgisse modificando toda a situação. Uma coisa muito importante que Cornélio fez quando a sua mulher ficou insegura, foi manter a frequência sexual do casal. Quanto mais o corno fizer amor com a sua mulher, sem ficar falando em chifres e outros homens, mais ela vai se soltar e ver que é bom gozar, que é gostoso transar e isso vai direcionar novamente sua mente para a fantasia.
*Não cometa o erro de ficar sem transar com a sua mulher achando que vai deixá-la com tesão e vontade de dar para outro. Isso só vai deixá-la se sentindo mais culpada e com a libido mais baixa ainda.

Franco Donasc

23 dezembro 2025

BEIJO COM GALA

 É claro que a boca da hotwife fica muito mais linda e gostosa de beijar, depois que ela é completamente inundada pela gala do macho que estava fudendo sua buceta e seu cuzinho!

Franco Donasc

ESTÁGIO 3

No estágio dois Cornélio era um corno apenas na alma, mas agora no estágio três, busca consumar isso! Claro que depois de tanto insistir a Dadá perguntou se realmente era isso o que ele queria, e é claro que a resposta foi sim. Tiveram uma conversa esclarecedora onde ambos se abriram e Cornélio reiterou a vontade de ser corno manso e Dadá confessou que tinha alguns conhecidos que davam em cima dela, mas os dois decidiram que não podia ser com nenhum deles e coube a Cornélio a empreitada de conseguir alguém para lhe colocar o primeiro chifre oficial. Depois de uns quatro meses tentando encontrar alguém de confiança, eis que pintou um rapaz onde o ele trabalhava. O rapaz se chamava Carlos, tinha um jeito de machão, mas já tinha se oferecido para fazer um boquete no Cornélio, que ao vê-lo novamente logo pensou “esse pode ser a pessoa ideal, pois sabe guardar segredo e não vai se assustar com a minha proposta”.
*Está aí um pensamento errado da parte do Cornélio, pois tem pessoas que são liberais, mas falam demais e são preconceituosas, estas pessoas acham que somente os seus fetiches são corretos e os outros são bizarros e condenáveis.
Cornélio fez contato com o Carlos e propôs uma troca de favor; ou seja, sair com ele e depois os dois fariam sexo com a Dadá! O rapaz topou, mas com a condição de só fazer se gostasse dela quando a conhecesse. Depois do sexo entre eles, acertaram a data do encontro para as apresentações. No dia marcado se encontraram e o bom é que gostaram um do outro logo de cara o que deixou o Cornélio muito feliz e ansioso e sem perda de tempo foram a um motel fazer daquele marido comum, um corno assumido. Para Cornélio a primeira experiência foi melhor do que o esperado e eles ainda transaram outras três vezes. Uma em casa, a segunda no motel e a outra que o Cornélio levou a Dadá na casa dele. A partir daí a expectativa do novo corno era que os chifres rolassem a toda hora, com qualquer um, mas não foi assim que aconteceu. A Dadá ficou insegura por algum tempo achando que a qualquer momento Cornélio ia deixá-la. Veja só, ela tinha passado por uma separação traumática no seu primeiro casamento; com muitas agressões verbais e físicas, sofridas exatamente por ter traído o seu marido com Ricardo o filho da vizinha que morava bem ao lado. Um dia numa conversa que tiveram; a Dadá contou ao Cornélio que traiu seu ex-marido por vingança pelos maus tratos e agressões sofridas durante os nove anos de convívio e aí quando o Cornélio a incentivou a lhe fazer corno, ela achou que tudo iria voltar a acontecer do mesmo jeito de antes como era com o seu ex-marido. Para deixá-la confiante, Cornélio teve que ser sábio no sentido de aproximar-se dela e ser mais cúmplice. Teve que ter muita paciência, pois qualquer coisa que a deixava triste ou irritada, ela lhe jogava na cara que ele não a amava de verdade e que a culpa era toda dele pelo que eles estavam passando. O desanimo bateu, mas Cornélio não teve pressa, até porque agora já era corno, e por mais que não falassem no assunto dava para perceber que a Dadá ainda estava interessada na fantasia de lhe pôr chifres, mesmo com ela dizendo que não algumas vezes, mas ele sentia que sim. Foi também nesse estágio onde ele experimentou a sensação de ver e conversar com o macho que tinha feito sexo com a sua mulher. A cada vez que encontrava o Carlos sentia-se humilhado e diminuído, mas também descobriu que se sentir corno era uma das melhores sensações da vida.
*Veja que mesmo a Dadá já tendo traído o seu primeiro marido quando Cornélio lhe propôs que ficasse com outro homem em sua frente, ela não aceitou logo de cara. Sabe por quê? Porque são situações diferentes! Quando a mulher trai, ela tem fortes razões para fazer isso; como vingança, por exemplo, ou está cheia de desejo pelo amante, e quando está a sós com ele, sente-se livre, mas quando é para transar com outro na frente do marido a mulher se sente vexada, pressionada e isso deixa a sua libido em baixa, e pior ainda é quando o corno escolhe o comedor e a mulher não se sente atraída sexualmente por ele.

Franco Donasc

ESTÁGIO 2

Quando Cornélio já estava em um segundo casamento, depois de alguns meses, resolveu usar da mesma estratégia, “pedindo para ser chamado de corno” a Dadá sua segunda mulher entrou prontamente na fantasia e foi uma noite maravilhosa, porque foi a primeira vez que ele provou a sensação de ser humilhado e teve diminuído o seu status de macho diante de uma mulher. A partir daí Cornélio passou a querer cada vez mais.
*Por isso que eu já considero o marido do estágio um, como sendo um corno psicológico, mesmo sem a mulher ter consumado o chifre, afinal um marido que chega para a sua parceira e diz que quer vê-la com outro, já é corno em sua essência, o que falta é só ela dar para outro e fazê-lo feliz.
*Tem marido que vai ganhar o grande presente de ser corno logo que se abrir com a mulher, mas a maioria vai insistir por um bom tempo até que ela diga sim, ou decida que não quer viver isso. Aos que vão ficar insistindo eu digo que esse tempo nunca é menor que um ano. Foi assim no caso do Cornélio, que ficou com a Dadá lhe chamando de corno enquanto faziam amor, por um bom tempo. Essa demora se dá quando a mulher tem pouca ou nenhuma vontade de ser chifreira, quando se sente insegura achando que é um jogo do marido, ou tem medo, por não saber qual será a reação dele ao vê-la na cama com outro. A inexperiência do homem na abordagem e ao tentar convencer a mulher conta muito e é determinante quanto ao tempo que levará. Esse foi o erro do Cornélio.
*Depois que o homem entra no estágio dois não volta mais de forma nenhuma para o estágio um.

Franco Donasc